“PARAQUEDISTAS ESOTÉRICOS”… O TIRO SAINDO PELA CULATRA E COMPROMETENDO OS TRABALHOS DE TERAPEUTAS SÉRIOS…

Olá pessoal, tudo em ordem com vocês?

Pelo que estou sabendo, acho que não… Tenho tido contato com inúmeros técnicos e profissionais em terapias complementares ou holísticas em geral, parte com vários anos de experiência e dedicação desenvolvendo trabalho digno de credibilidade, parte iniciantes com pouca experiência e oriundos de “escolas” cujos orientadores carecem de mais e melhores qualificações para exercerem suas funções de “ensinar”.

O numero de pessoas que estão se dedicando a aprender algo diferente de suas formações acadêmicas ou mesmo os que “não as tem”, que estão enveredando para tentarem se qualificar em um segmento de aprendizado intitulado como alternativo, complementar, holístico ou mesmo “espiritualista paracientífico”, cresce assustadoramente e de forma totalmente equivocada a comprometer os segmentos bem como seus profissionais de qualidade que tiveram e tem como origem de aprendizagem escolas e professores consagrados e de renome, que se dedicaram e dedicam com maestria, ética e sem dúvida bom senso a prestarem serviços de qualidade e de eficácia comprovados.

O número de “formandos de cursinhos esotéricos de fins de semana” se iguala aos de pessoas que buscam aprender a produzir artesanatos que não comprometem a saúde física, mental e espiritual de ninguém. A “produção em massa” de indivíduos, pretenciosos técnicos, com precária formação e “desqualificação cultural e técnica”, compromete sobremaneira a saúde de seus clientes e a eficácia do resultado do que é oferecido. Venho abordando este assunto por várias vezes e especialmente agora por estar sendo informado sobre o que está ocorrendo com o segmento holístico em geral no que se refere a “debandada de clientes” dos espaços e clínicas, isto em virtude do crescimento do descrédito gerado por clientes que se serviram de serviços prestados por “técnicos” que não adquiriram a tarimba necessária para se dedicarem profissionalmente as atividades as quais decidiram praticar.

Este comportamento das pessoas que tem o hábito de generalizar seus conceitos por total ignorância e falta de bom senso para avaliar o diferencial e a qualificação entre os que “se dizem profissionais” e os que realmente são, compromete os técnicos sérios que tem bagagem cultural e técnica que atestam sua idoneidade profissional.

Está sendo comum por parte dos que se servem das disciplinas chamadas complementares ou holísticas, criticas demonstrando imensa decepção pelo que recebem como serviços, depoimentos de que “tais técnicas não funcionou ou não funcionam”, pois não está oferecendo como retorno o que lhes é “prometido” por quem lhes atende, isto porque os serviços prestados são inadequados ou o técnico, a tentar não perder o “cliente” promete o que não pode garantir como resultado.

Na área da espiritualidade e metafísica isto se repete constantemente e “vergonhosamente”, pois o “circo” montado para convencer o incauto cliente sobre os “duvidosos” resultados e seus benefícios são tão fantasiosos e incabíveis, que logo de início deveriam ser recusados como recursos corretivos, porem, como diz o ditado; ““ caiu na rede é peixe ””, os “especialistas”, na maioria das vezes ligados a segmentos religiosos, esotéricos ou a seitas, convencem a pessoa ignorante, carentes e em estado de desespero em busca de soluções, que encontrou o caminho certo para resolver seus problemas e é praticamente coagida a aceitar e se rende a proposta por imposições que a leva a ter “medo” e explorando o total desequilíbrio emocional.

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