O “ESOTERISMO” ESTÁ EM ALTA… DEPENDÊNCIA VICIOSA. AS PESSOAS CONTINUAM A PROCURA DE QUEM “FAÇA POR ELAS”…

Quando a situação das pessoas começa a apresentar desencontros ou desequilíbrios, principalmente no âmbito financeiro ou de relacionamento, bem como de âmbito espiritual, é comum que iniciem uma busca desenfreada por orientações “externas” que explique e mostre soluções para seus dessabores, pois o envolvimento obsessivo com seus problemas, a falta de cultura e a preguiça de buscarem autoconhecimento as fazem pararem de “pensar”, buscando quem pense por alas.

Este “hábito” faz parte do comportamento humano desde os primórdios de sua existência e as pessoas nunca se dedicaram a mudar de conduta, pois não querem “abandonar sua zona de conforto” e principalmente não tem vontade ou tem preguiça de adquirir cultura para se corrigirem usando do seu próprio potencial.

Os “sistemas” macularam a “personalidade” e a “autoestima” dos seres humanos e criaram uma avalanche de conceitos, regras e imposições. Serviram em épocas remotas para disciplinar e organizar um “sistema” social, no entanto, se perpetuaram tornando-se parte de requisitos a se somarem aos comportamentos e forma de pensar e agir. Estes regimes nunca tiveram a atenção devida para serem mudados e atualizados ou modernizados, pois os “sistemas” sempre se beneficiaram de alguma forma mantendo um total controle sobre as pessoas dominadas por hierarquias sucessivas, sempre mantenedoras das “rédeas” de comando.

Todos estes domínios atuavam não só a nível político social, mas também interferiam no “credo” e “fé” das pessoas, os grandes líderes se uniram a sacerdotes e pastores, as “religiões” e “seitas” existentes proliferaram, o misticismo se tornou forte e muito bem estruturado, as pessoas sofreram interferências psicológicas e psíquicas para atenuar a rebeldia e ímpetos agressivos que assolava os povos e o “exoterismo” passou a dar aberturas a conceitos formados pelo “esoterismo”.

Os livros chamados “sagrados” começaram a ser encontrados com mais facilidade, além dos manuscritos, depois da invenção da imprensa, pessoas passaram a se informar e formar opiniões com relação ao conteúdo que continham estórias e história relatadas por escribas, apostolado e relatores teatralescos de forma determinante no que se referia a conceitos de fé e em quem e no que acreditar.

Os conflitos de ideias divergentes entre os lideres fizeram com que um número imenso de religiões diferentes fossem fundadas, cada qual com suas diretrizes e seus “deuses”, passaram então a “arrebanhar” fiéis agregados por conveniências étnicas e respeito aos líderes, santos, mestres e “deuses” de suas comarcas, regiões e países.

Entre todos os conceitos criados o “misticismo” e o “esoterismo” tiveram seu nicho que perdura até hoje, sempre derivados e apoiados em conceitos das seitas e religiões, inclusive do paganismo, tradicionais, mais a agregação da prática da “magia cerimonial”, muito usada também hoje como ferramenta para se alcançar as “divindades espirituais, celestiais e afins”, supostos fazedores ou proporcionadores de benesses e milagres, o que se tornou “habito vicioso e viciante” entre as pessoas.

Durante todos estes séculos as pessoas foram levadas a crer neste tipo de prática acompanhadas de orações e decretos evocadores e ritualística disciplinar, promessas simplórias e insignificantes, que os induziam e induzem a pensar que podem ou tem poderes para se conectar a “divindades” (Seres espirituais de invejável cultura e elevação intelectual) em busca de retribuições milagrosas, orientadas por inescrupulosos “líderes”.

Estes comportamentos delirantes e um tanto “impensados” estimulados convenientemente por uma “fé” em algo espiritualístico, com promessas de sucesso fez e faz com que os indivíduos percam seus potenciais naturais de buscarem e conseguirem suas “coisas” usando de seus próprios potenciais, estes, inerente a todos os seres humanos, lógico e claro que a necessidade de aculturamento se faz obrigatória, porém as pessoas não se dedicam a conhecer e desfrutar de suas reais habilidades cerebrais, mentais e “essenciais” (do “espírito”), não se reconhecem como seres poderosos aptos e capazes, preferem os instintos de “pequenez”, não desenvolveram e desenvolvem a coragem para desafiarem os “sistemas” e mostrarem a capacidade de “andarem com as próprias pernas” e pensarem com independência de opinião Hominal e espiritual, assumindo o compromisso com sua personalidade, autoconfiança e autoestima passando assim a dar “mais sentido” a sua vida e sua existência, sem as absurdas e incoerentes dependências misticóides e esoterescas que já não cabem como comportamento de “viventes do século XXI”…

BOM “PENSAR” PARA TODOS !!!

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